4 de mai de 2016

RENOVAÇÃO DE GEGÊ: PELA VALORIZAÇÃO DA BASE

Gegê faz parte de uma valorosa geração de jogadores do Botafogo. Teve em Oswaldo de Oliveira, em 2013, um grande incentivador. Foi o treinador quem deu a primeira chance ao jovem atleta. Em 2014, quando foi titular pela primeira vez, marcou 1 gol e deu passe para outro na vitória sobre o Flamengo por 2x1. Teve ali, aos 19 anos, o ponto mais marcante de sua trajetória até aqui.
Desde então, Gegê vive altos e baixos no Glorioso. Andou às turras com o torcedor e recuperou a confiança depois de boas atuações no estadual. Ele vive, agora, uma indefinição em sua carreira. Com contrato se encerrando no domingo (8), não sabe se permanece ou não em General Severiano. Ricardo Gomes gostaria da permanência, afinal não possui muitas alternativas no elenco. A diretoria não parece estar tão convicta disso. Caso não renove, não seria surpresa para mim que Gegê aparecesse no Sport Recife, clube treinado por Oswaldo de Oliveira, confesso admirador do futebol do garoto.
A contratação dele não é difícil. Assim que o vínculo se encerrar, o clube que desejar o meia poderá levá-lo a custo zero, o que seria desastroso para o Botafogo. Consta que hoje haverá importante reunião na sede do clube para adiantar a renovação do contrato. É bom que isso se concretize. Não por ser Gegê um craque inigualável, mas por ser um jogador da base que ainda pode render muito mais do que rendeu até aqui. Quem sabe até se valorizar um pouco mais e, assim, render bons dividendos ao Botafogo?
Já no final do ano passado, Gegê perigou não permanecer. Ricardo Gomes, esse mesmo que se rende ao futebol do meia agora, não o utilizava com frequência. Até mesmo o meia já dava como certa a sua saída. O contrato foi renovado até o fim do estadual. Mas, agora é diferente. Gegê é titular e seu empresário vai jogar um pouco mais duro.
Gegê é fruto de uma boa geração alvinegra. Talvez seja este o maior mérito, dentre tantos deméritos, da administração Maurício Assumpção. Gabriel, Vitinho e Jadson são nomes que marcaram esse período. Foram todos mal aproveitados ou mal negociados. A geração atual, conta com nomes como: Luis Henrique, Émerson, Ribamar e Fernandes. Uma nova chance para fazer bem feito. Que os erros passados sejam aprendidos pelos atuais dirigentes. E que comece com a renovação de Gegê. 





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